sábado, 1 de julho de 2006

Today's fortune:
You are going to have a very comfortable old age

sábado, 10 de junho de 2006

Uma vez um amigo meu me disse que essa coisa de intimidade era uma merda, pq as pessoas não sabem usar isso direito. Essa coisa de ser livro aberto e deixar que todo mundo participe das suas decisões é roubada tbm.

E toda essa coisa de cobrança e satisfações me irritam muito. Muito mesmo.


- vê se eu tenho idade pra isso, né!
- tem sim.
- (suspiro) ¬¬

quinta-feira, 1 de junho de 2006

Se bem que...

até o teatro tá perdendo espaço pro cinema, vê?
Efemeridades não me atraem tanto. Não tanto quanto atraiam antes.
Pode até desmanchar no ar, virar pó, se misturar a fuligem do ar da cidade. Só não pode ser efêmero na essência, nem vago na poesia. Deve fazer o coração formigar, o sangue balançar e as pernas baterem mais fortes. Deve me deixar confusa e acabar com toda essa caretice.

Experimentações vagas, "arte pela arte", vaidade à venda.. isso não presta.

Mas.. do que eu tava falando mesmo? Ah, de teatro.
É.

E tenho dito!

(ponto)

quarta-feira, 31 de maio de 2006

Encareitei meeesmo.
De cuidar da saúde, fazer academia todos os dias e controlar a alimentação.
De fazer uma coisa de cada vez e cada uma delas a seu tempo.
De acreditar em "tempo" como a cura pra todos os males e solução para todos os problemas.
De pensar antes mesmo de pensar em agir. E depois de agir também.
De preferir qualidade a quantidade. Em tudo.
De evitar pessoas baixo-naipe.
De evitar o que me faz mal e me dedicar ao que me faz bem.
De fazer valer a pena e esperar retorno de tudo.
De dar retorno para tudo e todos, ainda que negativo.
De levar trabalho pra casa.
De ir a reuniões de condomínio.
De me preocupar com a minha imagem e a minha moral.
De sublimar problemas alheios e dar proporção real aos meus. E resolvê-los sozinha, de preferência.
De finalmente entender por que "a vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida".
E de saber que não vai ser eterno, posto que é chama, mas que pode ser infinito enquanto durar.

É. Talvez eu não tenha encaretado taaanto assim.
E, veja bem, talvez ter arranjado alguém chamado saudade não seja tããão ruim assim, meu bem.
^^

domingo, 28 de maio de 2006

“Veja bem, meu bem, arranjei alguém chamado Saudade”

“Encaretei”
É.
De tornar-se "careta".
Envelheci.
Antes só que mal acompanhada.
Melhor o certo que o duvidoso.
Mil anos a dez.
Rabugices.
Espanta-marido.
É.
Encaretei.
De dormir cedo e acordar cedo.
Fazer tudo que tem pra fazer.
Ouvir os pais e valoriza-los acima de tudo.
Pensar em estabilidade.
Não se preocupar com coisas dos outros.
Ser mais eu.

É. Encaretei!
De viver de saudade.
De me satisfazer com lembranças.
Cinema aos sábados à noite e filmes em casa aos domingos.
De visitar os amigos já casados e felizes.
Ter afilhados por encomenda.
Apadrinhar os primos.

É. Encaretei mesmo.
De apreciar Garota de Ipanema em francês e os boleros de Ravel.
De ouvir Chopin antes de sair de casa, enquanto toma banho.
De se arrepiar com o Lago dos Cisnes e com o Quebra-Nozes.
De amar as descrições intermináveis de Virgínia Wolf.
De levar casacos a mais pra não passar frio mais tarde.
De preferir uma taça de vinho de 20 reais a uma garrafa de 5.
De preferir uma taça de vinho a uma garrafa.
De valorizar o conteúdo em detrimento da forma.
De usar “em detrimento de”.

¬¬

segunda-feira, 8 de maio de 2006

*PÂNICO*
L'amour, hum hum, pas pour moi,
Tous ces "toujours",
C'est pas net, ça joue des tours,
Ca s'approche sans se montrer,
Comme un traître de velours,
Ca me blesse, ou me lasse, selon les jours

L'amour, hum hum, ça ne vaut rien,
Ça m'inquiète de tout,
Et ça se déguise en doux,
Quand ça gronde, quand ça me mord,
Alors oui, c'est pire que tout,
Car j'en veux, hum hum, plus encore,

Pourquoi faire ce tas de plaisirs, de frissons, de caresses, de pauvres promesses ?
A quoi bon se laisser reprendre
Le coeur en chamade,
Ne rien y comprendre,
C'est une embuscade!

domingo, 23 de abril de 2006

Certos prazeres não valem o risco.
(...)

E certos riscos nem são tão prazerosos assim.
(...)

Tudo bem. Eu nem queria mesmo.

domingo, 9 de abril de 2006

Fim da linha. Você se vê tranquilamente parado em pé à beira de um abismo, com as mãos nos bolsos, olhando o mundo do outro lado se afastar. O abismo fica ainda maior, o que já não importa mais. O mundo do lado de lá parece cada vez menor e insignificante.

O que impera no momento é um sentimento de missão cumprida. Você respira fundo e fala pra si mesmo: "Viu? Eu sabia". Você foi precavido, cauteloso e mostrou a responsabilidade que todos sempre esperaram de você.

Parado - tranquilamente parado - com as mãos nos bolsos, o coração em ritmo normal, afinal você não caiu despenhadeiro abaixo. Você está vivo. Sem adrenalina ou emoção mais forte, afinal em nenhum momento você se arriscou.

Ritmo normal, pois se você tivesse deixado a coisa correr um pouquinho mais rápido o tombo ia ser grande, com certeza. Mas não. Você se conteve - como deveria ser - pra não se machucar mais tarde.

E voilà! Você está vivo! Parado tranquilamente à beira do abismo.

Parado. Numa tranqüilidade insana.

Por um lado, você se reprimiu e se privou de muita coisa, mas, pelo menos, não caiu despenhadeiro abaixo por pessoas ou causas que, muitas vezes, não valiam um tropeção seu.

Mãos nos bolsos, você respira fundo mais uma vez. Mais uma vez a sensação de que fez tudo certo - como deveria ser. Uma insanidade tranqüila e só.

Sem repressão, cautela, ou essa (maldita) responsabilidade que acompanha você desde o berço - como deve ser - você teria caído. Não estaria mais vivo, mas teria vivido.

Talvez. Não se sabe.

E se o abismo fosse o caminho pro céu? Afinal, as coisas do mundo têm certa tendência a se inverter sem aviso.

Talvez. Não se sabe.

Com as mãos no bolso, eu me retiro. E você?

...

sexta-feira, 7 de abril de 2006

Alguém afina meu violão?

segunda-feira, 3 de abril de 2006

ponto pra Bruna

Parafraseando-a: o mundo é capitalista *e* gay.

No mais, sem mais.

sábado, 1 de abril de 2006

Hierarquia de valores.

Talvez uma inversão de valores, na melhor das hipóteses.
Se você tentar hierarquizar é a uma inversão que você vai chegar.
Pode testar!

E tenho dito.

terça-feira, 28 de março de 2006

Wait!
Oh yes, wait a minute Mr. postman
Wait!
Wai-ai-ai-ait Mr. postman

Mr. postman look and see
You got a letter in your bag for me (please please Mr.
po-o-o-stman)
I've been waiting such a long time
Since I heard from that girl of mine.

There must be some word today-ay-ay
From my girlfriend so far away
Please Mr. postman look and see
If there's a letter, a letter for me.

I've been standing here waiting Mr. postman
So-o-o patiently
For just a card or just a letter
Saying she's returning home to me.

\o\ \o/ /o/

tudo 'sussa'

Um sábio, desses difíceis de se encontrar por aí, disse certa vez que o que é frágil quebra fácil.
É.. acontece.

Mas tudo bem.
Pior seria se pior fosse, já diria um outro sábio.

sexta-feira, 10 de março de 2006

^^

Sou um animal sentimental e me apego facilmente ao que desperta o meu desejo. Tente me obrigar a fazer o que eu não quero e cê vai logo ver o que acontece.
Acho que entendo o que você quis me dizer, mas existem outras coisas..
Consegui meu equilibrio cortejando a insanidade. Tudo está perdido, mas existem possibilidades.
Tínhamos a ideia, mas você mudou os planos.
Tínhamos um plano, você mudeou de idéia.
Já passou. Já passou.. Quem sabe outro dia.
Antes eu sonhava, agora já não durmo. Quando foi que competimos pela primeira vez?
O que ninguem percebe é o que todo mundo sabe. Não entendo o terrorismo, falávamos de amizade.
Não estou mais interessado no que sinto. Não acredito em nada além do que duvido. você espera respostas que eu não, mas não vou brigar por causa disso.
Até penso duas vezes, se você quiser ficar..
Minha laranjeira verde por que está tão prateada?
Foi da lua dessa noite, do sereno da madrugada.
Tenho um sorriso bobo, parecido com soluço. enquanto o caos segue em frente, com toda a calma do mundo..

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2006

autista

As pessoas me pedem motivos
mas eu não tenho motivos.
Soluções?
também não.

Sento na beira de estrada enquanto o mundo gira e gira e gira..
Fecho os olhos e fico tonta.
Tudo bem, deve ser o vinho.

sábado, 4 de fevereiro de 2006

"Eis o que aprendi
nesses vales
onde se afundam os poentes
afinal, tudo são luzes
e a gente se acende é nos outros.
A vida é um fogo,
nós somos suas breves incandescências"

Drummond

sábado, 21 de janeiro de 2006

tpm

às vezes eu acho que pouquíssima gente se importa realmente comigo.
pode não ser assim, mas é o q eu sinto. às vezes. sabe como é, né.




é nessas horas q eu vejo q eu devia ter pego carona na tua mala ;\

sexta-feira, 6 de janeiro de 2006

Todos sumiram.
Todos os que namoram sumiram, pra ser mais específica.
E eu odeio muito tudo isso.

E tenho dito.

sábado, 3 de dezembro de 2005

stranger(s) in the night

exchanging glances wondering in the night what were the chances we'd be sharing love before the night was through..


pq sinatra é o cara.

segunda-feira, 28 de novembro de 2005

Martelinhos de uísque, chopp à vontade e umas besteiras.
E mais uísque, só pra não perder o costume.

E no aniversário de uma criatura dócil, daquelas que Dostoievski não conheceu, um presente à altura.

Assim espero ^^

Feliz aniversário, sr. especial!

sexta-feira, 14 de outubro de 2005

Parangolé

Carambola
Meu coração
O olhar dele
Tirou meu chão
Truque de pôquer
Blefar em vão
Valendo um ponto
Cavilação

Carambola
Adstrigente
Formato
Estrela
Um céu diferente
O olhar dele
Tão convincente
Só quero asas
Daqui pra frente

(tatiana cobbett)

Rajada

O pára-quedas
Quando se abriu
Te traiu

Rima secreta
Meu coração
Sim
Partiu

Por obséquio
Da dor
Inconsequência
Do amor

O pára-quedas
Se abriu
E
Me traiu

(tatiana cobbett)

terça-feira, 11 de outubro de 2005

Acento Agudo

Subiu na cadeira
e colocou a corda
no pescoço.
Uma última olhada
na carta de despedida
presa no espelho
da penteadeira.
Letras caprichadas
escritas com a mesma
tinta
vermelha
com que corrigia as provas
de redação dos
alunos.
Faltava o acento
na palavra suicídio.
Deu um passo à frente
para consertar o erro
e ficou balançando no ar.
Morreu amargurado
com aquela falha.

sergio ribeiro de castro

quinta-feira, 22 de setembro de 2005

digam 'feliz aniversário' pra frã! \o/







;P

segunda-feira, 5 de setembro de 2005

plágio ;P

Procura-se um namorado gay.







Um gay hetero, porque eu não vou querer ver ele sofrendo por homens um dia, depois que a gente terminar e virar melhor amigo um do outro.

domingo, 4 de setembro de 2005

hilda..

Que este amor não me cegue nem me siga.
E de mim mesma nunca se aperceba.
Que me exclua de estar sendo perseguida
E do tormento
De só por ele me saber estar sendo.
Que o olhar não se perca nas tulipas
Pois formas tão perfeitas de beleza
Vêm do fulgor das trevas.
E o meu Senhor habita o rutilante escuro
De um suposto de heras em alto muro.
Que este amor só me faça descontente
E farta de fadigas. E de fragilidades tantas
Eu me faça pequena. E diminuta e tenra
Como só soem ser aranhas e formigas.

Que este amor só me veja de partida.




é.. acontece.

autodestruição, sabe..

Contabilizando: fígado, pulmões, neurônios, estômago, a imagem, a moral e a reputação.
Pronto. Agora as pessoas já podem me acusar das coisas. E com razão.





¬¬

quarta-feira, 31 de agosto de 2005

e o Troféu Sem Noção vai para..

tam tam tam taaaaaammmmmm!

¬¬

quarta-feira, 24 de agosto de 2005

me dá mais um pouco disso
tem gosto de carinho
tem cheiro de flor vermelha
e tem a alvura dos luares
né, srta cecília?

uma coisa boa, sabe..
um tanto ébria
que de tão boa
não sei..

é.. acontece.

segunda-feira, 1 de agosto de 2005

Entre um café e outro.

Caros leitores desocupados, a srta Lispector já dizia: as palavras são por vezes desnecessárias. Elas mais encobrem do que esclarecem.
Sozinhas, por vezes, morrem sem ter prestado qualquer serviço. Uniões estáveis e harmoniosas garantem a sua sobrevivência. Por isso, talvez, a nossa dificuldade em definir coisas com poucas palavras. Também daí, talvez, a nossa dificuldade em combiná-las conforme nosso gosto. Elas têm quase vida própria.
Neste aspecto, a srta Lispector e eu concordamos: não é muito seguro se envolver com algo que tenha vida própria. Sabe como é..

cleptomania ;P

- O que faz um rapaz aqui, sozinho?
- Espero.
- Espera o quê?
- Espero alguém.
- Hunpf! Espere alguém saber disso!
- Era o que eu esperava...

Dos conceitos..

(...)
Provincianismo não. Acomodação, eu diria. Sedentarismo mental.
Todo anacronismo será castigado!
Mente fértil, quando sã, dá fruto. Se criar raiz, é caso perdido.
É insanidade. É demência.

E tenho dito.

segunda-feira, 18 de julho de 2005

De volta (parte 2) =)

De volta ao ninho. Frio e hostil, mas é o ninho, sabe como é. Ainda vou enlouquecer com isso.. Mas enquanto isso não acontece (não?), eu vou passeando e aproveitando as férias.
Primeira parada: Blumenau.
Lá, a zebra virou gazela, o equilibrista conduziu a bêbada e a sanidade foi pro brejo, junto com a vaca. Acho que nem mais um resquício. (ok, internas ¬¬)
É nessas horas que eu lembro do Pirandello: a Terra só começou a girar depois que a gente descobriu isso. Antes, isso não fazia a menor diferença e todos eram felizes e ninguém era queimado na fogueira por conta de divergências.
Sabe, vou escrever minhas memórias póstumas. Assim, eu serei chamada, no máximo, de louca.

Sei lá. Divagações. Devaneios. Demência. Dediaedenoite.

quarta-feira, 13 de julho de 2005

de volta =)

De fato, o mundo surpreende demais. E a receita da sobrevivência é ser pessimista: se você espera o pior, o que vêm é sempre melhor do que o que você esperava. Bastante obvio, não? É.. são bem essas as coisas que eu mais demoro pra perceber.
Acontece =|

No mais, disseram que tenho 'placas' na garganta. E isso parece nojento.
De duas, uma: ou é o início de uma inflamação, ou são aquelas coisas entaladas na garganta que eu levei pra São Pedro, lembram?
Voltei de lá e não pus pra fora ainda. Vai saber, né?
Mas não tão incomodando. Nem as 'placas' e nem as coisas que levei comigo e não pus pra fora. E não devia ser assim. Enfim..

.. idéias soltas. Fecha essa janela e volta ao trabalho, vai!

sexta-feira, 8 de julho de 2005

vou pra são pedro

vou com muita coisa presa na garganta
portanto não me liguem lá porque o interurbano é caro

amo *vocês*

quinta-feira, 2 de junho de 2005

... pior seria se pior fosse.

quarta-feira, 1 de junho de 2005

Acredite, pois, que fumar ópio e cuspir ódio de nada adianta. Meça a altura do tombo, pode não valer a pena. Controle seus desejos.
Eu não quero isso seja lá o que isso for.

Agora tire o seu piercing do meu caminho que eu quero passar..

domingo, 29 de maio de 2005

...

Sem valor, sim, pois despertara compaixão no camponês. Tanta que diante da nacessidade nem sequer lhe ocorrera a idéia de trocá-la por papéis ou comidas, ou por qualquer coisa que lhe fosse de mais valia naquela hora.
Parecia que faltava parte. Todavia se a parte ali estivesse não mais seria ela. Pra onde apontaria? Quem sabe segurava o manto pesado, que outrora o artista fixou. Quem sabe embalava uma cria. A cria foi-se e levou junto o que lhe era de posse: a extensão do seio. Pudera o próprio artista criador fazer uso da falsa autonomia e dar fim numa parte imperfeita. É sabido que o gesto leve duma afrodite jamais tomaria a devida forma na rude pedra.
Disseram que o milico usou de força para arrancá-la do pedestal. Não porque estivesse fixa ali, mas porque o apaixonado camponês juntou seu peso ao dela. Tanto pesava a pedra mais o camponês, pesava também o coração do coitado depois disso. Peso morto: a pedra e o coração. Levaram-lhe o coração. Deixaram uma pedra no lugar.
Ele acenou. Ela não retribuiu.





Das noites insones...

terça-feira, 10 de maio de 2005

Às minhas estrelinhas. 'Os Especiais'.

(com seis dias de atraso)
Eles estão ficando velhos. Sorte minha que meu amor de criatura é bastante grande, daqueles que vê envelhecer e não envelhece. 'A Especial' da vez nem é tão mais velha assim. Dezenove anos..
Está chegando o dia em que vamos preferir venturas a aventuras. Quiçá este dia demore! Quantas foram as aventuras! Brincadeiras de roda.. Sem rodas, em fila. Os Escravos de Jó fizeram parte da minha adolescência. Aposto que da sua também!
Vençamos o ideal de andar caminhos planos! Com vinhos e paçocas, caipirinhas e outras bebidinhas, andar em linha reta já é bastante!
Entre passeios e conversinhas, um banquinho pra repousar as forças. Na Lagoa? Perfeito. A que faremos ode hoje? Senhorita Natasha, sugira o tema, por obséquio.
Roubadas! Sobre estas me faltam palavras e transbordam lembranças. Pra você também? As roubadas marcaram uma época e duas vidas.
Entre desenganos e compensações, a vida vai se equilibrando. No descompasso da orquestra das coisas do mundo, o equilibrio desordenado de timbres e tons e tempos encontram a sua ordem. Desequilibrados.
Doce coração o seu. A maior das virtudes! Uma criatura dócil, daquelas que Dostoiévski não conheceu.
Rasgar seda não está entre as minhas habilidades. Quisera eu redigir um soneto de aniversário, mas quão ingênua e audaciosa fui por tentar competir com o "Soneto de Aniversário" dele.
Fica aqui minha homenagem. E que 'passem-se dias, horas, meses, anos'...

domingo, 1 de maio de 2005

remoto controle

Esquiva, comportamentos estranhos, olhares, palavras.. tudo involuntário.
Embrianguez sem sentido. Sem sentidos.
Queda.

sexta-feira, 22 de abril de 2005

dos pecados capitais

Permitam-me acrescentar mais 3 aos 7 pecados capitais:

Egoísmo (ou negligência, ou orgulho):
Quando se diz 'Vamos conversar?', lê-se 'Agora eu estou precisando de você.. me aceita de volta? Não me importo se você precisou de mim enquanto eu te ignorava..'

Negligência (ou egoísmo, ou orgulho):
Quando se diz 'Eu sempre gostei de ti e você sempre soube disso', lê-se 'Eu não aceito que seja só uma amizade'.

Orgulho (ou egoísmo, ou negligência):
Quando se diz 'Não me sinto mais a vontade contigo', lê-se 'Só agora percebi que eu tava alimentando algo que não exisia'

¬¬

E não me venham com 'Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas'..

quarta-feira, 13 de abril de 2005

Entre utilidades e inutilidades, eis as descobertas da semana:

- banho gelado depois da academia é uma das melhores coisas que existem

- café dá celulite.. o_O

- criação de personagem faz mal à sua saúde mental

- subjetividade demais irrita

- exercícios de criação de personagem comprometem sua integridade psicológica e psiquiátrica

- stanislawski era um cara sem noção

- existem muito mais pessoas sem noção no mundo do que você imagina

- gente feliz por perto em época de tpm pode ser desastroso

- é impossível comer no ru por mais de 4 dias seguidos

- é real a existência do ufsc semidireto saída sul, não foi um sonho

- calor/verão/sol-do-meio-dia são coisas odiáveis

- ódio, ainda que na pele de um personagem, é o pior sentimento que existe

- preciso de um aparelho de dvd

- meu computador tem uma entrada usb

- a torta de ricota do básico é menos ruim do que a de limão (do básico também)

- é verdadeira a entrevista da yara baungarten na veja o_O

- ser jornalista é mais fácil e mais divertido do que eu imaginava

- ser uma pessoa cênica (não frustrada e com bom senso) é infinitamente mais complicado do que eu imaginava

- quanto mais tempo você tem, menos coisas você faz



e hoje ainda é quarta feira..

segunda-feira, 11 de abril de 2005

Passeios, leituras e filmes.. bom demais. Plurais ;P

Para um domingo, até que foi um dia tranquilo. Me sinto tranquila, incrivelmente tranquila.
E - também incrivelmente - meu celular ainda tá vivo. Sobreviveu com bravura às agressões recentes. Tadinho.








Postagens da série 'Os Especiais' sempre vem com atraso. Mas desta vez, apesar da boa vontade e do considerável atraso, não há clima =\

sexta-feira, 1 de abril de 2005

"Toda mulher precisa de um homem, assim como um peixe precisa de uma bicicleta. "

e quem falou isso foi a Pitty...

quinta-feira, 31 de março de 2005

Dia útil hoje, embora eu não tenha assistido a nenhuma aula.
Acordei atrasada, cheguei atrasada. Não entrei na aula. Começaram as aulas-que-não-valem-a-pena.
A tarde foi produtiva. Sem aulas, é claro.
Só o fato de conseguir voltar da udesc com meus sapatos nos pés já foi bastante lucro ;P

domingo, 20 de março de 2005

Isso de mim que anseia despedida
(Para perpetuar o que está sendo)
Não tem nome de amor. Nem é celeste
Ou terreno. Isso de mim é marulhoso
E tenro. Dançarino também. Isso de mim
É novo: Como quem come o que nada contém.
A impossível oquidão de um ovo.
Como se um tigre
Reversivo,
Veemente de seu avesso
Cantasse mansamente.

Não tem nome de amor. Nem se parece a mim.
Como pode ser isto? Ser tenro, marulhoso
Dançarino e novo, ter nome de ninguém
E preferir ausência e desconforto
Para guardar no eterno o coração do outro.

Cantares do sem nome e de partidas
Hilda Hilst




De tanto te pensar, Sem Nome, me veio a Ilusão.
A mesma ilusão

Da égua que sorve a água pensando sorver a lua.
De te pensar me deito nas aguadas
E acredito luzir e estar atada
Ao fulgor do costado de um negro cavalo de cem luas.
De te sonhar, Sem Nome, tenho nada
Mas acredito em mim o ouro e o mundo.
De te amar, possuída de ossos e de abismos
Acredito ter carne e vadiar
Ao redor dos teus cimos. De nunca te tocar
Tocando os outros
Acredito ter mãos, acredito ter boca
Quando só tenho patas e focinho.
Do muito desejar altura e eternidade

Me vem a fantasia de que Existo e Sou.
Quando sou nada: égua fantasmagórica
Sorvendo a lua n’água.

Hilda Hilst

sábado, 19 de março de 2005

Vocês já imaginaram como seria uma nanni loira? x)
Hoje é dia de trufas e cafés e montes de letrinhas miúdas ;P

terça-feira, 15 de março de 2005

mais pieguice x)

Tá todo mundo completando anos de vida, menos eu. haha

Foi ontem, mas ainda tá valendo. Mais uma da lista d'Os Especiais'.
Especial porque ela namora e ainda assim mantém contato comigo. Porque ela tem um namorado que é legal comigo. Porque ela enche minha caixa de mensagem em tardes ociosas. Porque ela me surpreende com emails espontâneos e que quase sempre me fazem chorar. Porque ela tem paciência comigo e é solidária em épocas de tpm. Porque ela tem tpm também e procura a minha solidariedade ;P
Porque ela entrava no mirc às 3 da manhã pra falar comigo. Porque um espelho de classe aleatório nos deixou uma na frente da outra e a gente começou a conversar do nada. Porque ela é do bem. Porque ela é fiél e confiável. Porque ela é prestativa. Porque a gente tem muita história pra contar. Porque ela já riu muito comigo. Porque ela já chorou muito comigo.
Porque ela é minha amiga, simplesmente.
Daquelas que você sente que é pra vida toda, sabe?
E porque ela merece toda a felicidade do mundo.

Feliz aniversário é o que se diz, não? ;P

Te amo, Juh!
O garoto que me atendeu na acessoria de emprensa da santur, o carinha que me atendeu no setuf, o cara que tava logado no msn do pc do ceart antes de mim, o cobrador do ônibus de hoje de manhã... todos tem o mesmo nome. E todos cruzaram o meu caminho no mesmo dia.

Sem contar o menino simpático que faz Música e o garoto que me chingou inconscientemente lá no jornalismo. O mesmo nome.

Ou o povo tá muito sem criatividade, ou eu vou começar a acreditar em coincidências.

terça-feira, 8 de março de 2005

Precisa-se de um gay-hetero.
Pra casar.

sexta-feira, 4 de março de 2005

pieguice... x)

Amigos
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto e
a absoluta necessidade que tenho deles.

A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor,
eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos,
enquanto o amor tem intrínseco o ciúme,
que não admite a rivalidade,e
eu poderia suportar, embora não sem dor,
que tivessem morrido todos os meus amores,
mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!

Até mesmo aqueles que não percebem
o quanto são meus amigos e
o quanto minha vida depende de suas existências...

Alguns deles não procuro,
basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas porque não os procuro com assiduidade,
não posso lhes dizer o quanto gosto deles.
Eles não iriam acreditar!
Muitos deles estão lendo esta crônica e
não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro,
embora não declare e não os procure.
E às vezes,
quando os procuro,
noto que eles não tem noção de como me são necessários,
de como são indispensáveis ao meu equilíbrio Vital,
porque eles fazem parte do mundo que eu,
tremulamente,
construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.
E me envergonho porque essa minha prece é,
em síntese, dirigida ao meu bem estar.
Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos,
cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim,
compartilhando daquele prazer...
Se alguma coisa me consome e me envelhece
é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo,andando comigo, falando comigo, vivendo comigo,
todos os meus amigos, e,
principalmente os que só desconfiam ou
talvez nunca vão saber que são meus amigos!

A gente não faz amigos, reconhece-os.

Mario quintana





é isso..

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2005

Diretamente do cyber Praia dos Livros, localizado à rua Paraíso, São Paulo, a manezinha aqui vem comunicar-lhes que driblou a exorbitante saudade, deixou exteriorizar a loucura inrustida que a acompanha desde 29 de abril de 1987, chutou pra longe as reponsabilidades acadêmicas e decidiu ficar na Terra da Garoa por mais alguns dias. Sozinha. Sozinha não. Tem o Preto e a Branca com seus miados incessantes pra compor a trilha sonora das noites solitárias no casarão.

with love, nanni e os gatos.






*saudades*

terça-feira, 22 de fevereiro de 2005

Notou que todo o caos teve início quando surgiu o terceiro ser no mundo? Ou melhor, quando os três tomaram conhecimento da existência um do outro.

Eu poderia ter deixado de conhecer um bocado de gente. Tenho certeza de que não iria fazer falta.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2005

Quem me viu no sábado a noite deve ter se assustado. Até eu me assustei quando fiquei sabendo de mim.
Sinistro.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2005

É absurdo me cobrarem 50 reais pra visitar a bienal de arte e cultura da UNE, em São Paulo, enquanto o nosso ministro da culura banca (com dinheiro público, obviamente) o Ano do Brasil, na França, com entrada franca para os franceses.

Francamente..

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2005

Pena é um sentimento odiável. Porém incontrolável. Da mesma forma o é a raiva.

Mamãe veio dizer hoje que o vizinho - conhecido pela alcunha de 'vizinho amarelo' - continua a incomodar a vizinhança pacata de São Pedro de Alcântara. Ele insiste em esclarecer o - já reluzente - mal entendido do sábado de carnaval.
Morador por morador, ele perguntou sobre o acontecido, e de todos ouviu a mesma resposta. Foi chamado de doente, neorótico, louco e mal educado.

Cheguei a ficar com peso na consciência por ter induzido o cidadão a se auto humilhar daquele jeito.

Senti pena.

Tava aqui pensando a respeito do episódio. Ele ameaçou, gritou, xingou. Destratou meus amigos e propôs que resolvessem a questão como homens, 'na porrada'.
Boçal.

Senti raiva.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2005

memórias..?

"A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas, como se fosse a primeira vez."

quem disse isso foi Nietzsche...
e quem sou eu pra duvidar, não é mesmo?

terça-feira, 1 de fevereiro de 2005

barulhos..

Tem uma máquina barulhenta em algum lugar aqui perto que fica ligada - fazendo barulho - a noite toda. Tem cachorros histéricos por todos os lados. E pessoas desvendando suas potencialidades vocais no meio da rua. E obras no prédio da frente. E pessoas sem noção no apartamento de cima.. isso são horas de fazer essas coisas.

Eu nunca tinha notado que existiam grilos cá na cidade também.

Eu gostava mais quando eu era meio surda.
Estranhos esse dias que começam às 8 da noite. Dias que não valem a pena. Dias que nem são dignos de fazer parte do calendário. Dias de calor.

Vou lá arrancar o dia 1º de fevereiro da minha agenda pra não fazer volume.
Dá vontade de arrancar uns outros dias também, mas já tem coisas escritas neles.

Dias ruins.

domingo, 30 de janeiro de 2005

Fw: ...

from the Yellow Pages in 2002 Rap Lyrics

in 1921 Israel & Palestine



quinta-feira, 27 de janeiro de 2005

Ode (em prosa) to my family..

Estranho o modo como as coisas funcionam aqui em casa.
Mamãe se autodenomina uma pessoa 'difícil'. Eu me acho alguém de fácil convivência, o que facilita bastante as coisas. Tanto que mamãe já notou que não adianta querer fazer rolo comigo, porque eu não compro briga e evito discussões (além de eu ser uma garota comportada). No fim, quando ela implica com algo e resolve começar a falar (e ela fala *muito*), acaba em monólogo.
Já a Hellen faz competição com mamãe pra ver quem fala mais. E geralmente quando elas resolvem falar ao mesmo tempo, dificilmente alguma delas tem razão. É nessa hora que eu entro cortanto os exageros verbais de ambas. Enquanto elas discutem sobre de quem é a culpa pela desordem da casa, eu estou organizando as coisas. As vezes, o estopim da discórdia é o momento que eu comunico que vou sair pra algum lugar. Mamãe tanto faz que me convence a ficar em casa (sem pedir isso diretamente, é claro). Ela necessita de mais respostas do que uma criança na fase dos 'porquês' e arma um verdadeiro drama quando vem me visitar (de surpresa) e eu não tô em casa. Noutras vezes, mamãe é capaz de tecer um tratado verbal da moral e dos bons costumes a partir de um comentário de poucas palavras que eu faço em relação a qualquer coisa aleatória, sobre alguém desconhecido, muitas vezes insignificantes (o alguém e o comentário). Extremamente conservadora, finge não ver muitas coisas. Ela sabe, mas suportar a confirmação vai além de suas forças.
Incrível como entre nós, as coisas são compartilhadas muitas vezes pelo olhar. Ou até pela falta de coragem pra encarar olho a olho. E nestes momentos, sabiamente, ela nota que palavras seriam demais e desnecessárias. Talvez ela finalmente tenha entendido o que eu queria dizer com 'confie na educação que você me deu'. Ou talvez ela tenha percebido que não há mais o que acrescentar. Ou, quem sabe, ela tenha pensado 'essa não tem mais jeito'. haha
Brincadeiras à parte, antes eu acreditava que ela pecava por não conhecer todas as minhas faces. Isso isentava-a de grande parte da culpa, mesmo porque eu nunca fiz questão de mostrar meu lado mais obscuro. Esta idéia parece ter amadurecido e tomou nova forma. Hoje, eu acredito que de fato ela sabe da existência do tal lado desconhecido, mas reconhece o respeito que se manifesta na minha opção por escondê-lo. Afinal o que os olhos não vêem o coração não sente, não é mesmo? Taciturnidade... simples assim.

Divagações... Não lembro se eu queria chegar nalgum lugar quando comecei a escrever isso.
Aliás, acho que escrevi demais.

sábado, 22 de janeiro de 2005

eu tinha algo pra escrever aqui.. (...)

quinta-feira, 20 de janeiro de 2005

Sabe-se que há um número infinito de mundos, simplesmente porque há uma quantidade de espaço infinita para que estejam dentro. Entretanto, muitos deles não são habitados. Conseqüentemente, deve haver um número finito de mundos habitados. Todo número finito dividido pela infinidade é tão próximo a nada; como não existe probabilidade de criação, assim, a população média de todos os planetas no universo pode ser dita como zero. Disto segue que a população do universo é também zero, e que alguns povos que você puder encontrar de tempos em tempos são meramente o produto da sua imaginação."


mas.. mas..
hmm

re[6]:

I'll wait you Free Games Hungry Liberians Franckly speaking

in 1955 Mariah Carey



terça-feira, 11 de janeiro de 2005

caralho! o_O

Não fui eu que postei isso aí embaixo.

Só espero que não seja algo do tipo "essa mensagem de auto-destruirá em 5 (quê é isso?), 4(hmm?), 3(ai meu deus!), 2 (vou apagar isso), 1 (acho que conseg..)

*BUM*





que medo

Of whom do I have the honour? :)

Groovy :)



darker

shred

Iimwamihel

Fascism is not defined by the number of its victims, but by the way it kills them.
Breakdowns can create breakthroughs. Things fall apart so things can fall together.
One of the chief misfortunes of honest people is that they are cowardly.

A child learns to discard his ideals, whereas a grown-up never wears out his short pants.

Kindness is more than deeds. It is an attitude, an expression, a look, a touch. It is anything that lifts another person.

When Demosthenes was asked what were the three most important aspects of oratory, he answered, ''Action, Action, Action.''

Life at the top is financially rewarding, spiritually draining, physically exhausting, and short.

My most brilliant achievement was my ability to be able to persuade my wife to marry me.

With the fearful strain that is on me night and day, if I did not laugh I should die.

Nine-tenths of the existing books are nonsense and the clever books are the refutation of that nonsense.

Woman submits to her fate man makes his.

If this is coffee, please bring me some tea but if this is tea, please bring me some coffee.

One man is as good as another until he has written a book.

The government who robs Peter to pay Paul can always depend on the support of Paul.
The infectiousness of crime is like that of the plague.
There is no indispensable man.

The men who learn endurance, are they who call the whole world, brother. Friends are as companions on a journey, who ought to aid each other to persevere in the road to a happier life.
injunction

segunda-feira, 10 de janeiro de 2005

Apelo =P

Alguém quer me dar uma garrafa de café, daquelas térmicas, de presente de aniversário?

É.. eu consegui a façanha de quebrar a minha ;~ Ela era amarela, mas eu gostava dela. E agora tô tomando nescafé com leite, porque não tem mais onde fazer café de verdade =(









=PP haha

Taciturnidade... simples assim.

Sempre me utilizei de acordos tácitos para resolver meus problemas e mal-entendidos. Pra evitar chateações, dores de cabeça, insônias e pra manter meu bom humor, basicamente.
Mas com pessoas, cujo mundo gira segundo uma dimensão 'ene' desconhecida (a qual nem M. C. Escher explica), fica difícil de dar certo.

O que mais me preocupa em publicar qualquer coisa, daqui pra frente, é que tudo que eu disser pode ser modificado (segundo o período de rotação do mundo do interlocutor) e utilizado contra mim.

Ok, eu devia ter cuidado disso antes.



obs.: tudo o que está escrito neste post significa exatamente o que está escrito. Simples assim.



-ei, você, quê tá olhando?
-nada, nada.

domingo, 9 de janeiro de 2005

com vocês, srta fiascos!

Fora a consciência pesada, acordei bem. Sem dor de cabeça, sem dor de estômago, sem maiores estragos.

Mas não tentem isso em casa, crianças.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2005

\o/\o/\o/

Três vivas pras duas pessoinhas especiais que fizeram a minha noite de ontem ser muito fóda! (embora não literalmente =P)

E viva a boemia! E a bohemia tbm! =P

domingo, 2 de janeiro de 2005

recadinhos..

auei diz:
mas deixemos as broncas de lado... COMO TU TÁ, CABEÇÃO?
DeH - *ferias* diz:
EU TOH OTIMA, ORA ESSA!

(...)

auei diz:
pegou um dançarino de axé por aí, foi?
auei diz:
UIHAuihUIAH
DeH - *ferias* diz:
uehuehuhue

(...)

DeH - *ferias* diz:
tem falado / bebido com o povo do jornalismo?
DeH - *ferias* diz:
quando eu voltar eu quero *FESTA*
DeH - *ferias* diz:
dia 18, jah agenda com o povo

(...)

auei diz:
pc em casa, ou lan house?
DeH - *ferias* diz:
em casa
DeH - *ferias* diz:
com net larga \o/

(...)

auei diz:
tem café da elite amanha, deh! vêm!! =PPpPPpp
DeH - *ferias* diz:
haha
DeH - *ferias* diz:
*vem
DeH - *ferias* diz:
=PpppPp
DeH - *ferias* diz:
soh pra num perder o costume ;D~
(...)

auei diz:
e papai e mamae? como tão?
auei diz:
tão aí?
DeH - *ferias* diz:
nao
DeH - *ferias* diz:
papai foi comprar comida
DeH - *ferias* diz:
a mae deve tar5 faznedo coisas-que-as-maes-fazem
DeH - *ferias* diz:
leo tava no pc ateh agora ha pouco
DeH - *ferias* diz:
tah todo mundo bem
DeH - *ferias* diz:
todo mundo feliz

(...)

auei diz:
a propósito, FELIZ ANO NOVO!
DeH - *ferias* diz:
- toh morrendo de saudades, cara! - vai minha tristeza, diz pra
ela, que sem ela nao pode ser :~~~]

DeH - *ferias* diz:
ah, isso isso!
DeH - *ferias* diz:
FELIZ ANO NOVO!
DeH - *ferias* diz:
MT SEXO EEEEEEEEEEEEEEEEE
auei diz:
deus te ouça, amiga

(...)

DeH - *ferias* diz:
manda beijo pra todo mundo, avisa que eu toh sem credito - nao
envio msgs nem recebo ligações - e diz que eu amo muito todo mundo!

DeH - *ferias* diz:
- parapápápápápá

(...)

DeH - *ferias* diz:
opiseh poiseh
DeH - *ferias* diz:
[CENSURADO PELA DIREÇÃO DESTE BLOG!]
DeH - *ferias* diz:
\o/





haha

não exatamente nessa ordem, mas estão dados os recados! =)

sexta-feira, 24 de dezembro de 2004

"ao acordar naquela manhã de sonhos perturbadores, Gregor Samsa viu-se transformado..."

Se eu acordar metamorfoseada num inseto, amanha de manhã, é porque Kafka já previra. Dêem os créditos a ele por mim.
E até ontem eu ainda me perguntava 'por que o que esse cara escreve tanto me atrai?'

(nanni se olhando no espelho)... pessoa estranha.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2004

blog, enfadonho blog...

sobrevivi =P

Festa da elite rendeu o que tinha q render =D Entre declarações e confissões... entre cervejas e vinhos... tudo saiu conforme era esperado. Essa turma é o que há.
Passagens por lugares obscuros no decorrer da semana se encarregaram de descarregar as baterias (que já estavam no fim).
Depois de jurar pra quem quisesse ouvir que as roubadas estariam fora da minha rotina diária, e ainda assim ver que elas permaneceram firmes, fortes e insistentes, só me resta concluir que são elas que vêm atrás de mim. Aposto que a Thayse concorda comigo.

No mais, agora tô me sentindo em férias \o/

Fazendo muito nada e lendo muita coisas entre utilidades e inutilidades. Tô surrealmente tranquila.

Vou lá pra sacada. Me sinto bizarramente idosa nessas horas. Ponho uma cadeira na sacada e me acomodo: de pijama, com uma xícara de café lendo a parte policial da folha de S. Paulo (a mais divertida), em pleno domingo, às 3 da manhã. Nas férias. Bizarro, dizaí!

domingo, 12 de dezembro de 2004

Insônia.
Headache.
Dor no peito. Estranho.

Meu estômago tá podre. Não consegui nem tomar café. Mas a Brahma até que desceu bem =D
Encerramento do semestre cênico, na quarta: tequila. E pra passar a queimação na garganta, dá-lhe cerveja.
Forró na quinta: dia light, só uma Bohemia.
Encerramento do semestre jornalístico, com amigo secreto, na sexta: Rajska, cervejas, marlboros, mais rajska, mais cerveja, mais marlboros e mais um pouco de Rajska. Que horror =P
Há algumas horas: mini reunião com truco, calouros da agronomia (adoro esse curso), Brahmas e café.
Pra amanhã: povo cênico quer fechar o ano com chave de ouro (denovo) com festa na casa do Toni. Essa promete!
Segunda-feira: festa da elite em São Pedro, uma terra distante, longe da civilização. Já existem 20 Brahmas lá na casa à nossa espera.

Se eu sobreviver, volto aqui pra contar como termina esta história.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2004

Lembro-me que à meia-noite, bem alto, na estrada de Orion, brilhava uma lua como nunca vi mais cheia, a cabeleira solta, os seios nus, o olhar de louca a me varar o peito de súplicas e doestos.
Era tal o mistério dessa noite que agora mesmo, escrevendo na minha sala noturna, sinto os cabelos se me içarem de leve, como se fosse sentir novamente sobre eles a mão macia da lua cheia.
(...)
Transpus, ansiado, a distância familiar que me levava para alguma coisa que sentia vir mas não sabia o que era. Em casa, galguei rápido as escadas para o meu quarto no primeiro andar, e fui sentar-me ofegante à escrivaninha antiga, a mesma que tenho hoje, a mesma que suportou na infância o peso da minha ambição de ser poeta. A janela estava aberta, e em sua moldura a lua viera se postar, os olhos cravados em mim.
Não sei como foi, mas sei que foi diferente de tudo o que sentia antes. Meus ouvidos, como conchas, pareciam recolher os ruídos mais longínquos do mar que estilhaçava em mim. Ouvi o sopro da noite, o cair das folhas, o germinar das plantas que boliam fora, na mata próxima ao Corcovado, e ali perto, no jardim. Pombas vazaram do meu coração, deixando-me dentro, a se debater, a grande ave inimiga que me feria com suas asas querendo sair também, fugir, voar para longe. Senti-me sem peso, sem dimensão, sem matéria. Meu ser volatilizou-se para a lua, transformado ele próprio em substância lunar. E comecei a escrever como nunca dantes, liberto de métrica e rima, algo que era eu mas que era também diferente de mim; algo que eu tinha e de que não participava, como um fogo-fátuo a crepitar da minha carne em agonia.

Linha por linha, como psicografado, o poema 'o meu primeiro poema' começou a brotar de mim.

'O ar está cheio de murmúrios misteriosos...'



... é ... hm ... é ... vinicius ;~
Inexplicável, senão indizível. Simples assim.



(Texto completo disponível aqui)
Acho que vou ficar a vida inteira sofrendo o ônus por ter nascido atrasada. As coisas não andam muito sincronizadas/reguladas por aqui.

acabando,

Semestres estão acabando. Acabando.
Falta parir um último trabalho. O último.

Essa história de fim da primeira fase soa muito surreal ainda. Era tanta substância orgânica, tantas plantinhas com suas partes e subpartes, tanto número e tanta fórmula. Tanto tempo e tanta dor de cabeça. Tanta doação, tanta privação. Dedicação. Medo.
Tudo foi canalizado em prol dum sonho. Um tiro no escuro. Um passo para dentro da neblina.
Pra evitar qualquer frustração, comecei sem expectativas. Terminei com menos ainda. O que será dagora em diante? Ou melhor, SE for, o que será?

Bom, não sei.

Só sei que "férias" é a palavra. É o que há no momento.

Conforme eu já havia previsto, estas estão sendo as duas semanas mais longas da minha vida.
E - como se fosse necessário um motivo assim - na sexta rola bebedeira, vulgo comemoração, pelo fim do semestre na federal. =D
Estou na expectativa pra saber onde eu vou acordar no sábado.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2004

Como é perigoso pôr coisas boas em mãos erradas!
Acho que o Francisco de Oliveira (bem esse mesmo, o cara d'O Ornitorrinco') andou lendo muito Dostoiévski. O cara tenta (limita-se aí à tentativa) explicar economia com frases cheias de apostos e parênteses e considerações/desconsiderações.
Isso te faz reler todo o parágrafo pra poder lembrar o que ele tava querendo (limita-se aí à vontade dele) explicar. Só que mais uma vez o cara não colabora, porque o último parágrafo que eu li ocupa três páginas. o_O

Pensando bem, mesmo se fosse uma edição ilustrada acho que eu não iria enrtender. ¬¬


Só pra não perder o costume: odeio pseudoprofessores de Comunicação e Realidade Socioeconômica e Política Brasileira I.
E odeio ornitorrincos também.

terça-feira, 30 de novembro de 2004

dia cansativo
amanhã promete
pra revitalizar as forças
pra renovar o espírito
eu carecia de pô-lo no colo
apertar pra bem junto de mim
sentir o calor
a vibração
coração com coração
tum.. tum.. tum.. ouve?
sente?
imagina?
sonha?
sentir o arrepio
suspiro sombrio
relaxa só de pensar
traz café
apaga a luz,
liga o som,
deita aqui,
me faz dormir
isso é legião?
foi quase sem querer
quase te pus longe do meu lado
por um momento te fiz em mil pedaços
noutro sentimos juntos o vento no litoral
tínhamos apenas dezesseis
eu dizia 'ainda é cedo'
e você já sabia há tempos
que tudo aconteceria antes das seis
eu sereníssima, você paciente
não foi tempo perdido
perfeição.

segunda-feira, 29 de novembro de 2004

Do you see me, do you see, do you like me?
Do you like me standing there
Do you notice, do you know,
Do you see me, do you see me
Does anyone care?

tu tu ru tu.. tu tu ru tu.. tu tu ru tu.. tu tu ru tu...

opa, já tá gravando?




hmm..

Fim de semana furado. Sexta feira me mobilizei até o Itacorubi especialmente pra buscar o material do seminário e o grupo furou comigo. NINGUÉM, além de mim, do grupo de OITO pessoas tinha o material pronto ¬¬
Pra sexta a noite roubadas mil. Casa da DeH foi o ponto escolhido, mas o povo furou, sabe ¬¬
A segunda opção foi na trindade, e serviu pra não quebrar a tradição de roubadas dos últimos 254521358451864 fins de semana ¬¬
Pelo menos tínhamos vodocas ;~
Sábado furado. Muita coisa pra fazer. Pouca coisa feita de fato. Domingo furado. Muita coisa pra fazer. Pouca coisa feita de fato.

Algo me diz que as próximas duas semanas serão as mais longas da minha vida. E tomara que essa minha incapacidade para confeccionar bons textos se corrija em menos de 4 anos ¬¬ Ou pelo menos que a preguiça passe.



No mais.. ah.. Thayse, Danny, DeH e Viros: you´re so fucking special, people! ;*
"Sade não usa filtro. Vocês querem café? Então engulam os grãos! Ou enfiem.."
"Pasolini transou com Sade, mas Kaufman soube amá-lo"


Esse foi o programa de sábado. Digo, eu vi 'Contos Proibidos do Marquês de Sade' no sábado. O do Kaufman. Bastante filtrado e romântico, poupa o espectador até nas palavras. A direção de arte foi impecável. Os atores não deixaram a desejar. O padre era a porta para o mau caminho, senão o mau caminho em pessoa xP
O filme é bom, embora eu esperasse *mais* em questão de conteúdo.

Ele não fala do Marquês de Sade, mas sim reflete toda a hipocrisia de uma sociedade pautada pelo moralismo, onde qualquer pessoa, entre quatro paredes, age de forma incoerente.

Momento "você sabia que..?": a mãe do Marquês de Sade era freira.

Determinismo é furada =P

quarta-feira, 24 de novembro de 2004

('Uma Criatura Dócil', de Dostoievsky. )
"Os homens estão sozinhos na terra, essa é a desgraça! 'Há alguma alma viva sobre a terra?', grita o bogatir russo. Eu, que não sou bogatir, grito o mesmo, e ninguém dá sinal de vida. Dizem que o Sol dá vida ao universo. O Sol está nascendo, olhem para ele, por acaso não é um cadáver? Tudo está morto e há cadáveres por toda parte. Os homens estão sozinhos, rodeados pelo silêncio - isso é a terra!. 'Homens, amai-vos uns aos outros' - quem disse isso? De quem é esse mandamento? O pêndulo bate de um modo insensível, nauseante. São duas horas da madrugada. suas botinhas estão junto à cama, como se esperassem por ela... Não, falo sério, quando a levarem amanhã, o que vai ser de mim?"


Fim


Precisa mais?

sábado, 20 de novembro de 2004

é que eu preciso dizer que te amo...

Pessoas diferentes,
cabeças diferentes.
Diferentemente parecidas.
Sou uma feliz continuação de você.
Não espere que sejamos iguais,
a linha a vida não se faz em círculos.

Batalhadora, guerreira, forte.
Correta, sensível, emotiva.
Prestativa e incansável.
Frágil, ingênua. Aprendiz e professora.

Meu coração exala gratidão!
Mas não só.
Transbordo de orgulho e alegria,
Eu posso olhar pra ti e dizer "minha mãe!"
E a nenhuma outra da mesma forma.
Isso é uma bênção.

Insisto em dizer:
Minha família é meu tripé
Minhas conquistas são SUAS conquistas
Regalo-as em especial a ti, mãe.

As palavras me faltam nessas horas em que algo quero expressar.
Minhas atitudes nunca foram bem vistas, eu sei.
Ao passo que nada posso contra isso.

A mim, me serves de exemplo,
meus ideais de vida, no entanto, são outros.
És o espelho para o meu comportamento
e base para os meus conceitos.

As marcas do tempo vão ficando
No físico, elas ainda se mostram sutis, suaves..
na alma, são profundas, atrozes.

O tempo nos ensina coisas da vida...
espero adquirir sabedoria em dimensão semelhante à tua.
No entanto, foste tu que me ensinastes a mais nobre das lições.
Tu me apresentastes ao mais precioso dos sentimentos.
Foi através de ti que conheci o amor e seus significados.

O mínimo que te ofereço em troca, é o resultado do meu aprendizado,
além do respeito e da ternura como subprodutos.

Isto tudo deveria ser repetido ao fim de cada dia.
Mas hoje me parece um dia especial e propício para tamanha pieguice.

"Feliz Aniversário" é o que se diz, não? =)






Isso foi devidamente manuscrito e será entregue ao destinatário em questão, mais um da lista d'Os Especiais'. Embora não seja esse o costume. xP

quinta-feira, 18 de novembro de 2004

;~

Velha história

Depois de atravessar muitos caminhos
Um homem chegou a uma estrada clara e extensa
Cheia de calma e luz.
O homem caminhou pela estrada afora
Ouvindo a voz dos pássaros e recebendo a luz forte do sol
Com o peito cheio de cantos e a boca farta de risos.
O homem caminhou dias e dias pela estrada longa
Que se perdia na planície uniforme.
Caminhou dias e dias
Os únicos pássaros voaram
Só o sol ficava
O sol forte que lhe queimava a fronte pálida.
Depois de muito tempo ele se lembrou de procurar uma fonte
Mas o sol tinha secado todas as fontes.
Ele perscrutou o horizonte
E viu que a estrada ia além, muito além de todas as coisas.
Ele perscrutou o céu
E não viu nenhuma nuvem.

E o homem se lembrou dos outros caminhos.
Eram difíceis, mas a água cantava em todas as fontes
Eram íngremes, mas as flores embalsamavam o ar puro
Os pés sangravam na pedra, mas a árvore amiga velava o sono.
Lá havia tempestade e havia bonança
Havia sombra e havia luz.

O homem olhou por um momento a estrada clara e deserta
Olhou longamente para dentro de si
E voltou.





Ao invés de Ivan Lima, Vinicius.
É o que há!

quarta-feira, 17 de novembro de 2004

Acho que eu tô sensível.

Eu chorei ouvindo uma amiga minha me contar que o ex-namorado da amiga dela mandou uma carta toda bonitinha de feliz aniversário pra amiga dela. Conheço a garota só de ouvir falar. O garoto eu nem sabia que existia, até então. Mas eu chorei.

Ah.. mamãe e eu estamos de mal também.

E hoje choveu.

O mundo consp... tá, eu sei que o mundo não gira em volta de mim.

domingo, 14 de novembro de 2004

Morreeeeeu! O mamute morreeeeeeu!

A Marian pequenina queria festar.
Tentava e tentava e não podia festar.
A nanni, sua amiguinha, foi lhe ajudar.
E em São Pedro foi lhe enfiar.
ha-ha-ha-ha
E o que aconteceu?
Roubaaaadaaaaaaaa. A Marian foi numa roubaaaaaadaaaaaa!

Vamos levar a Danny junto. ¬¬

sexta-feira, 29 de outubro de 2004

¬¬

é uma merda esse negócio de sono.
só lembro de chegar em casa ontem e ligar o pc. o pc deu pau, reiniciei e SENTEI na cama enquanto esperava. fui acordar só as 6 da manhã de hoje o_O
ah, e DEITADA.
e eu não tinha bebido.

fiquei emputecida. eu tinha planejado fazer um trabalho naquela madrugada. pra abafar a irritação resolvi dormir a manhã inteira.
e a aula de cinema?
seu tivesse ido, teria me irritado mais ainda.
por que?
porque 'não teve' aula!

tô cansanda de não ter aula. méérda.



no mais, descobri mais um café bom na cidade. a parte piégas do dia fica pra outro post. e os micos no ônibus também.



amanhã eu vou pra aula. e não vai ter aula denovo. ¬¬



tô com sono.

terça-feira, 26 de outubro de 2004

Pede perdão pela omissão um tanto forçada
Mas não diga nada
Que me viu chorando
E pros da pesada
Diz que eu vou levando
Vê como é que anda
Aquela vida à toa
E se puder me manda
Uma notícia boa..


é.. sempre vinicius.



Fico incomodada com essas fases de intimismo exacerbado explícito pelas quais este blog passa de vez em quando.

segunda-feira, 25 de outubro de 2004

fim de semana bom

Trabalhos em dia pra compensar um final de semana bitolado e submerso em pilhas de papel.

Não rolou 'Tulipa' na sexta. Mas pra que entrar num barzinho se a boa companhia e a vodoka estavam do lado de fora comigo? =Pp

'Verissimo Café' no sábado já que o os bilheteiros do teatro também tinham que assistir à peça. ¬¬
Ah, o Verissimo, pois bem. Lugarzin legal e bom atendimento. Capuccino bom, chocolate caseiro muito phoda, e sem palavras pro expresso concentrado. Boa companhia, presentes e chuva ;~
Só lamento pelo povo furão =P

nham.. vontade de tomar vinho tinto seco, com peixe e/ou queijos. Dá pra ser com vinho branco =)
Dá pra combinar o vinho tinto com paçocas também.
Vinho, vinho, vinho ;~



Vou virar uma bolinha em pleno verão se eu continuar assim.

sexta-feira, 22 de outubro de 2004

hmm..

Eu devia ter imaginado que depois de tantas aulas de enrolação a gente ia acabar aprendendo o ofício. E que o enrolador-mestre não ia decepcionar propondo algo consistente, que fosse nos intimidar. A prova fluiu bem.. bem enrolada.

É sexta feira.. em casa sozinha e mais cedo, tomando o meu café e ouvindo vinicius. Incrível como 90% das incomodações se desfazem nessas horas.
Aliás, há um tempo atrás eu tinha uns vinis do vinicius.. xP



Admito que eu tava pensando em furar hoje. Mas se eu fizer isso eu vou pirar. Vou dormir cedo. Vou contra a minha natureza. Vou dar mau exemplo. E isso é tãão errado. =P

Tulipa hoje, então? \o/

No mais, desculpa pelo furo de ontem ;~
E por todos os outros ;*

segunda-feira, 18 de outubro de 2004

uma luz acesa no 35º andar foi confundida com a lua
e a janela era quadrada o_O

às vezes eu não entendo como eu consigo fazer tanta besteira em tão pouco tempo.

merda.
fim de semana com direito a overdose de pessoas legais ;~
fiz muito nada... comidas boas, doces, cafés, risadas, filmes, abraços...

e sem ornitorrincos! (vou mandar esse livro pra pqp, junto com o pseudoprofessor que me mandou lê-lo.)

acho que vou procurar algo da anne rice pra ler =)

sábado, 16 de outubro de 2004

divagar, devagar, verde, verd(e)ivagações..

Para além da orelha existe um som, à extremidade do olhar um aspecto, às pontas dos dedos um objeto - é para lá que eu vou.
À ponta do lápis o traço.
Onde expira um pensamento está uma idéia, ao derradeiro hálito de alegria uma outra alegria, à ponta da espada a magia - é para lá que eu vou.
Na ponta dos pés o salto.
Parece a história de alguém que foi e não voltou - é para lá que eu vou.
Ou não vou? Vou, sim. E volto para ver como estão as coisas. Se continuam mágicas. Realidade? eu vos espero. E para lá que eu vou.
Na ponta da palavra está a palavra. Quero usar a palavra "tertúlia" e não sei aonde e quando. À beira da tertúlia está a família. À beira da família estou eu. À beira de eu estou mim. É para mim que eu vou. E de mim saio para ver. Ver o quê? ver o que existe. Depois de morta é para a realidade que vou. Por enquanto é sonho. Sonho fatídico. Mas depois - depois tudo é real. E a alma livre procura um canto para se acomodar. Mim é um eu que anuncio.
Não sei sobre o que estou falando. Estou falando de nada. Eu sou nada. Depois de morta engrandecerei e me espalharei, e alguém dirá com amor meu nome.
É para o meu pobre nome que vou.
E de lá volto para chamar o nome do ser amado e dos filhos. Eles me responderão. Enfim terei uma resposta. Que resposta? a do amor. Amor: eu vos amo tanto. Eu amo o amor. O amor é vermelho. O ciúme é verde. Meus olhos são verdes. Mas são verdes tão escuros que na fotografia saem negros. Meu segredo é ter os olhos verdes e ninguém saber.
À extremidade de mim estou eu. Eu, implorante, eu a que necessita, a que pede, a que chora, a que se lamenta. Mas a que canta. A que diz palavras. Palavras ao vento? que importa, os ventos as trazem de novo e eu as possuo.
Eu à beira do vento. O morro dos ventos uivantes me chama. Vou, bruxa que sou. E me transmuto.
Oh, cachorro, cadê tua alma? está à beira de teu corpo? Eu estou à beira de meu corpo. E feneço lentamente.
Que estou eu a dizer? Estou dizendo amor. E à beira do amor estamos nós.


Isso é Clarice. Os olhos dela eram verdes.

terça-feira, 12 de outubro de 2004

relações internacionais

Enquanto isso, no Orkut ...

stop posting in portuguese, please - 10/11/2004 7:30 AM
I am Annie from UK. I don´t know how to speak portuguese, but thank God I have friends to translate what you brazilians post here.

You may think that what you´re doing is a perfect example of 'ultra-violencia', but that just sounds retard. If you´re jealous of us, or if you don´t speak english, or if you don´t want to do that, please, create a community called "Laranja Mecânica", to post only in portuguese.

You don´t care about what we say because you don´t even know what the world says.
"Brazilian people are dumb, Gary isn´t wasting time hating them"


(...) o_O


10/12/2004 12:47 AM
foda-se você e seu reino de merda seu filho da puta! sou do morro caralho !


h0h0
Já amanheceu o dia.. é hora de dormir

E meus discípulos devem estar chegando em casa agora... que lindo ;~









obs.: eu não sei qual vai ser minha reação se morrer mais um fotógrafo nessa semana,,,

pra não dizer que eu falei que odeio...

Não gosto muito quando o pc dá pau às 5 da manhã
Não gosto muito quando fotógrafos morrem
Não gosto muito quando maltratam pessoas que eu gosto
Não gosto muito quando eu não consigo assumir meus sentimentos
Não gosto muito da minha acomodação
Não gosto muito de ogrices
Não gosto muito de professores de Realidade e Comunicação Sócio-Econômica e Política Brasileira I







Odeio eufemismos.

domingo, 3 de outubro de 2004

ainhaimmm...

Muita coisa pra ser feita... inversamente proporcinal é a vontade de fazê-las.
Tpm tá aflorando como *nunca* visto... e eu mantenho a calma do jeito que dá.
Descarreguei um pouco da tensão xingando os baderneiros que pseudocomemoravam o resultado da eleição na galáxia de são pedro enquanto eu tentava ler ou ouvir música. Tentei dormir também, mas, com ou sem barulho, tá impossível ultimamente. pqp!




Eu vou me limitar a trancar minha irmã na sacada - ou no banheiro - se ela não aprender a ficar quieta quando eu tô com dor de cabeça e ressaca.
Eu quero um namorado gay.








...e uma aspirina x

Boa 'noite'.